quarta-feira, 25 de julho de 2007
Sem tempo
Agora, fala sério, hein? A gente até pode não gostar da Microsoft, mas ela surge com umas coisas que, depois que a gente se acostuma, não se pode mais viver sem. Esse é o caso da barra lateral e seus gadgets... é bom ter ao alcance da vista as informações/opções que queremos e, em alguns casos, até mesmo são essenciais no nosso cotidiano.
Resumindo: apesar de ter "n" assuntos pra tratar aqui, meu tempo foi-se nas edições e testes desse meu gadget. Dessa forma, não consegui editar um post mais técnico pra hoje.
Mas não vou deixar vocês sem o que ver/ler/aprender... por isso, direciono-os para o post Policia Judiciária fecha Btuga!!! no Peopleware... é muito interessante!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Mobo, memória & teclado
- Primeiramente, quero agradecer ao Állysson pelo elogio ao vídeo do post "RAM UPGRADE". É sempre bom saber que as informações que estamos fornecendo são de alguma utilidade.
Atendendo ao pedido dele, segue uma imagem clicável para dar um zoom na foto que apresentei no post anterior. Aliás, aproveitei a oportunidade para perguntar para que serve aquele compartimento sem nada, que leva a lugar algum... eu, por exemplo, o utilizo para guardar meu MicroVault - o qual já desisti de usar como ReadyBoost, dado o tempo que o Vista leva pra "se acertar".
- O Nexus fala sobre a diferença de velocidade das memórias e pergunta se a memória adicional é compartilhada com o vídeo. A resposta é positiva. Ou seja, a memória destinada ao vídeo aumenta após o upgrade, como mostro abaixo (usei o PCWizard 2007):
MEMÓRIA ORIGINAL

COM MEMÓRIA ADICIONAL

OBS¹ - Além disso, se eu não estiver enganado, acho que os valores relacionados ao vídeo mudam conforme o slot utilizado. Digo, se mudar a memória de 1GB para o slot sob a tampa traseira e a memória original para o slot sob o teclado... depois confiro e atualizo este post;
OBS² - Tenho monitorado a utilização da memória através de um gadget e do task manager e percebi que estou "stuck". No melhor momento, chega nos 70%, ou seja, o Vista não está usando mais que 1GB (em tempo: tenho perdido um bom tempo me dividindo entre o Starter original e um Ultimate "genérico").
Só pra descontrair... o bom desse teclado ABNT2 é poder gerar ¹ ² ³ (como fiz nas OBS, acima) fazendo uso da tecla Alt Gr. Digo isso porque, pelo que tenho visto na Net, parece que muitos usuários estão perdidos sobre como "alcançar" a barra (/) e o ponto de interrogação (?)... o pior é que tem "fabricante" (hein?) de micro que até anexou "errata" ao seu manual dizendo que deve-se pressionar Alt
domingo, 22 de julho de 2007
Questão de memória
![]() | Já tinha um tempo que estava incomodado com o fato de o CPU-Z reportar que a memória original do note era 333 MHz. Abri o cara, olhei a plaqueta, e não consegui nenhuma pista da “velocidade” da memória no cartão! O máximo que tem nos chips é a marca “Elpida” que, ao contrário do fabricante da bateria (vide post anterior), tem um site muito bem estruturado: http://www.elpida.com/ |
| Bom, como não entendo nada nesse terreno, dá-lhe “googlar” o assunto. No fim, descobri que no caso das memórias DDR2, a bem grosso modo, deve-se multiplicar o resultado por 2, ou seja, a CCE forneceu o note com memória mais rápida que o especificado (533 MHz) para o NCV-C5H6! Menos mau!!! | ![]() |
![]() | Por outro lado, os 1 GB que comprei (Markvision, por R$160) são reportados como 266 MHz, ou seja, são 533 MHz (266 x 2 = 532). Como tinha visto alguém perguntando sobre a velocidade da memória lá no Clube do Hardware, fica aí a informação de que é possível usar memórias de 667 MHz, assim como cartões de memória com velocidades diferentes nessa mobo (leia-se, a original, de 512 MB, é 667 MHz... a que adicionei, de 1 GB, é 533 MHz). |
Mas estou chegando à conclusão de que, literalmente, joguei dinheiro fora “espetando” mais um giga no meu note... mas essa minha suspeita requer mais tempo para montar o texto que tratará, também, do Windows SE, por isso vou deixar para o próximo post.
sexta-feira, 20 de julho de 2007
BATERIA de 5ª?
Antes de qualquer outra coisa, é importante dizer que não há qualquer certeza de que as informações que vão ser expostas têm realmente a ver com as baterias de todos notebooks NCV-C5H6 da CCE, mas, diante das coincidências, acredito ser necessário que pesquisemos mais sobre o assunto.
O caso é que, depois de ler o excelente post/artigo do Daigonet no Clube do Hardware sobre baterias, encontrei no manual da Uniwill uma informação bastante interessante:
Ou seja, eles recomendam algo bastante coerente... quero dizer, a cada três meses entrar no “setup”, sem a fonte conectada, e deixar lá até o micro desligar (leia-se, sem nenhuma interferência do SO – Sistema Operacional).Isso seria suficiente se, ao pesquisar sobre a bateria que acompanha o meu C5H6F (L50-3S4000-G1L1), não descobrisse o seguinte:
Fica a pergunta: Será que não estamos recebendo, em alguns dos nossos CCE, algo que foi rejeitado por países que têm maior controle sobre aquilo que é, literalmente, colocado no colo (laptop) dos seus cidadãos?
Não vamos esquecer que compramos nossos CCE legalmente, Produzido (hein?) no Pólo Industrial de Manaus!
quinta-feira, 19 de julho de 2007
CCE, TAM & Narciso
Como não sou pessoa que se deixa levar pela turba, digo, tenho alguma luz sobre como são “fabricados” equipamentos eletrônicos, e até tive (pasmem!) um refrigerador CCE que me foi fiel por bons anos (doei pro zelador do meu prédio pq comprei uma frost free), levei adiante o meu plano de substituir o meu velho e cansado Compaq por um CCE... e não me arrependi!!!
Diga-se de passagem, essa mania de brasileiro menosprezar coisas [ditas] nacionais, de achar que tudo que é barato não presta, data dos tempos de Carlota Joaquina. Em um passado nem tão distante, Nelson Rodrigues traduziu esse vício, esse viés, do povo brasileiro com aquilo que se tornou uma das suas muitas marcas: “o brasileiro é um Narciso às avessas”.
É interessante observar que o mesmo notebook (CCE) que comprei legalmente na "loja da esquina", por não mais que US$ 1.000,00, também é vendido em outros mercados, por outros "fabricantes", e, para consolo (ou desespero?) dos que acham que um produto barato é motivo de desconfiança, não é demais dizer que vem lá de Taiwan. Com isso, não estou querendo, de forma alguma, questionar os incentivos dados ao Pólo Industrial de Manaus, até porque tenho um celular que é “produzido” em Taubaté, que estampa um modelo tupiniquim, mas o firmware mostra que é um modelo vendido em muitos outros países. Em outras palavras, isso tudo é mera questão de semântica, mesmo porque as MONTADORAS de automóveis há muito que deixaram de ser “fabricantes” ou “produtoras”... ou seja, por que certos "agregadores" têm tanto medo de admitir que o produto que vendem não é "fabricado" por eles???
Agora, só para não deixar passar em branco essa coisa de “Narciso às avessas”, segue vídeo de um brasileiro-padrão sobre o lastimável e maior acidente da aviação sulamericana...
terça-feira, 17 de julho de 2007
domingo, 15 de julho de 2007
Começando
Assim sendo, começo hoje a registrar aqui tudo o que puder e que tiver a ver com esse brinquedinho que atende às “generosas exigências” (sic) da Microsoft para a distribuição do Windows Vista em sua versão Starter (leia-se, para países emergentes).
Para encerrar esse primeiro post, e a propósito da menção do Big Brother, digo, do sistema operacional que acompanha o C5H6 da CCE – Windows Vista Starter Edition, acredito ser de suma importância a leitura do mais que excelente artigo de Ana Narciso sob o título “É utilizador do tão badalado Windows Vista?” no Peopleware.




